Acho que fiquei em transe até entrar em meu
quarto e pensar “Olha o que eu fiz!”. Tratar um beijo como o maior pecado do
mundo não é a melhor ideia, mas eu estou tratando dessa forma. Ah não, não sou
de me apaixonar a primeira vista e todo esse melodrama, somente essa coisa toda
de “astro” “famoso” e seja lá o que for me assusta, de certa forma. Parando
para pensar, como eu o conheci mesmo? A vida é uma loucura mesmo, quanto menos
você espera algo, o algo acontece.
Ficar jogada na cama olhando para o teto é
tão reflexivo que somente agora percebi a campainha tocar, talvez pela milésima
vez. Levanto-me e descalça vou atender a porta, esperava qualquer outra pessoa,
até a senhora Johnson – minha vizinha da frente e bem barulhenta -, menos ele. Nossa, até parece que ele não poderia vir
aqui, inteligência rara a minha.
- Oi. Posso entrar? –
Pergunta ele.
Dou passagem a ele como um
sinal de “sim”.
– O que devo dessa ilustre
visita... Já que nos vimos há uns 15 minutos – digo ironicamente.
– Como posso dizer... –
resmunga. – Creio que precisamos esclarecer algumas coisas. O olho com cara de dúvida,
então na dúvida...
– Não entendi, mas adorei –
falo seguido de um riso estridente. – Okay, parei com as piadinhas infames, prossiga.
Bruno soltou uma risada bem
mequetrefe e veio se aproximando de mim, assim mesmo, na cara dura. Eu já
imaginava o que ele tinha em mente, assim deixei estar. Segurou-me pela cintura
e me encorou nos olhos.
– Eu imaginava algo mais
surpreendente, do tipo “Enquanto eles conversavam o caro rapaz a interrompe com
um beijo desentupidor de pia”. – Consegui acabar com o restinho do clima que
tinha ali, é, eu sou complicada. Ele me olhou e começou a rir, se
desvencilhando de mim.
– Pelo menos tentei, não é?!
– Diz rindo novamente.
– Sim.
Ficamos nos encarando por um
tempinho.
– Eu deveria te beijar.
– É, deveria – falo e Bruno
prontamente me segura pela cintura novamente. É incrível como eu fico mais,
digamos, “fogosa” perto dele. Eu hein!
Em questão de segundos nossos lábios se
juntaram. Sua língua tocou minha boca como pedido de passagem – “pedido de passagem” parece até que estou
falando de passagem para metrô, ônibus...Nossa, melhor parar com esses
trocadilhos imbecis. Sua mão repousou em minha nuca, por baixo dos cabelos
e segurando um pouco deles, enquanto a outra pressionava minha cintura.
– Hey, acho melhor você e o
carinha aí embaixo se acalmarem.
– Vai. Acabar. Com. O. Clima.
Justo. Agora? – Diz entre beijos alternados pelo meu pescoço e boca.
– Você joga bem sujo, sabia?!
Me olhou e deu um sorriso
safado. Saímos da sala e de encontro ao meu quarto, entramos separadamente e
ele logo tirou sua camisa jogando-a em qualquer canto.
– Rápido você. – Falei
tirando minha blusa assim como ele.
– Você também não é lenta –
foi aproximando-se de mim e me deu um beijo, assim “caímos” na cama.
Bruno ficou por cima de mim,
seus lábios percorriam minha nuca causando-me arrepios espontâneos. Virei me
deixando ele por baixo e “sentando” em seu colo. Com jeitinho fui tirando minha
calça e toquei-a pelo chão do quarto.
– Essa é a sua melhor
lingerie? – Bruno pergunta me olhando. Realmente meu sutiã rosa bebê não ornava
com a minha calcinha cinza.
– Não tenho culpa se saio com
a intenção de jantar e não de transar... Ah, sério que você liga para isso no
momento?
– Só tentei descontrair.
– Ah claro, na hora “H” é o
melhor lugar para descontrair mesmo – digo debochadamente. Ele me vira ficando
por cima novamente.
– Então paramos com a
palhaçada agora. - E foi assim que eu recebi um beijo sem perceber que meus
seios já se encontravam a mostra.
Sua língua percorreu um caminho até meus
seios, e o abocanhou. Enquanto dava leves mordidinhas em meu seio direito,
fazia massagem com a mão em meu seio esquerdo. Meus mamilos já estavam rígidos
mostrando minha excitação. Ele se levantou um pouco e com certo custo tirou sua
calça, mostrando sua cueca boxer preta com extremo volume. Instintivamente mordi
meu lábio inferior.
Seu peitoral não daqueles definidos
extremamente, é normal e eu gosto assim. Nunca gostei de cara bombado.
Aproveitei para pegar uma camisinha em meu criado mudo e lhe entreguei. Talvez
ele tenha ficado com vergonha, virou-se de costas, tirou sua cueca e colocou a
camisinha em seu membro. Ainda “no comando” tirou minha calcinha e se encaixou
entre minhas pernas, eu pedia encarecidamente – em meus pensamentos, claro -
para tê-lo dentro de mim , até que foi.
Eu já estava lubrificada naturalmente, então
foi rápido e prazeroso. Abri minha boca em um gemido oculto, seu dedo indicador
parou em minha boca como se pedisse para ficar quieta. Suas estocadas foram
ficando rápidas conforme o tempo.
Aquela posição estava um pouco
desconfortante para mim, assim elevei meu tronco para frente e fazendo-o se
virar e deitar-se na cama. Posicionei minhas pernas pela lateral de seu corpo e
com a ajuda de minha mão penetrei seu membro em mim. Eu podia ver suas mãos
agarrando os lençóis e seus olhos fechados. Dei uma fisgada em meus lábios
enquanto rebolava em seu colo. Eu sentia o meu corpo dar leves estremecidas
avisando que meu ápice estava próximo, e com mais algumas rebolas meu corpo se
estremeceu por completo, aquela sensação de alívio e prazer havia tomado conta
de mim por completa. Não demorou muito e observei a feição e as mão de Bruno
relaxarem, aquela sensação havia chego para ele também.
Tombei para meu lado na cama e comecei a
fitar o teto, um leve sorriso formara sobre meus lábios. Dei uma breve olhada
para o lado e ele também encara o teto, assim se pronunciou:
– Você mandou bem – sua voz
soava ligeiramente ofegante.
– Não costumo decepcionar –
digo convencida e escuto seu riso.
Vi ele virando seu rosto para
mim, assim fiz também.
– Acho que preciso de um banho.
– Eu também. Não tenho roupas
masculinas em casa.
– Tudo bem, eu repito a mesma
que eu estava que no caso está em algum lugar do chão.
– Tudo bem – digo dando de
ombros. – Talvez há essa hora sejamos as únicas pessoas de Los Angeles a
conversar nus, e sem nada para cobrir nossas vergonhas, depois de uma transa.
– Há a hipótese de que em
algum motel da Califórnia haja um casal nesta mesma situação.
– Realmente... Pode ir
primeiro para o banho, eu espero. E... Joga isso bem direitinho no lixo –
aponto para a camisinha com certo nojo. Ele olha e começa rir da minha cara.
Me enrolei no lençol e o observei caminhar
até o banheiro, com uma manta enrolada em sua cintura. De uma coisa eu tenho
certeza, nunca senti algo tão bom quanto com ele no quesito “cama”.
Que hot foi esse dona moça? Flááááá´´´´a acho que tu ta praticando hein, porque foi MUITO bom. Sério, parabéns. Amei as partes que eles descontraíram com uma piadinha ou outra, isso é perfeito! Nossa, bom demais <3 Parabéns! E não demora, por favor
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